Colecção de Insectos ‘Museu Bocage’

Da Memória da Universidade

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Pormenor da colecção de Insectos (Cortesia MNHN).

Colecção de Insectos ‘Museu Bocage’. Local.: Museu Nacional de História Natural. URL: http://www.mnhnc.ul.pt/portal/page?_pageid=418,1391560&_dad=portal&_schema=PORTAL. Tutela: Museu Nacional de História Natural. Dimensão:c. 38.000 exemplares. Assunto: Património Histórico, Científico e Artístico da Universidade de Lisboa.

Enquadramento institucional e legal

A colecção é propriedade do Museu Nacional de História Natural (MNHN). O MNHN é referido nos Estatutos da Universidade de Lisboa (Despacho Normativo nº 36/2008) e tem estatuto próprio em vigor (Despacho nº 11002/2003). As colecções não são explicitamente mencionadas no Estatuto.

Na UL desde

Desde a data da sua reconstituição, em 1978, após o incêndio.

Nota Descritiva e Histórica

A colecção de insectos ‘Museu Bocage’ possui cerca de 38000 exemplares, dos quais cerca de 30000 estão catalogados. As amostras são provenientes, na sua maioria, de Portugal, mas existem também exemplares do resto da Europa, Ásia, América e África. Inclui holotipos e paratipos de várias espécies. A colecção foi constituída na sequência do incêndio de 1978, que destruiu a colecção original do Museu Bocage (proveniente do Real Museu da Ajuda). Esta colecção destina-se à investigação, ensino e exposição.

Relevância

Esta colecção constitui um importante repositório de diversidade biológica, nomeadamente, de insectos terrestres e dulciaquícolas da fauna ibérica e dos países africanos de língua portuguesa. Tem relevância nacional e internacional pois inclui holótipos e paratipos de várias espécies (nota: os ‘tipo’ são exemplares sobre os quais foi feita a descrição de uma espécie, apresentando grande importância científica pelo seu valor de referência).

A colecção remonta a 1978, resultando da recolha de exemplares em campanhas dirigidas para a sua reconstituição após o incêndio, em trabalhos de investigação e doações. As doações permitiram a integração de espécimes capturados anteriormente a 1978.

O facto de as colheitas se estenderem ao longo de diversas décadas introduz na colecção uma perspectiva histórica, que permite reconstruir uma “memória ” de padrões e processos naturais. A colecção tem igualmente relevância para a UL pois inclui os espécimens utilizados nos trabalhos científicos dos vários investigadores da instituição.

Utilização

A colecção é procurada regularmente por investigadores nacionais e alunos de formação avançada (alunos de mestrado e de doutoramento). É ainda frequente o empréstimo de exemplares a investigadores estrangeiros para estudo. Exemplares seleccionados integram a exposição “Colecções de Naturalistas” e “A Aventura da Terra”, patentes no MNHN e integraram recentemente a exposição “A Evolução de Darwin”, na Fundação Calouste Gulbenkian.

Estado do inventário

A colecção encontra-se inventariada em suporte digital.

Documentação

Como em qualquer colecção científica, a documentação é de primordial importância senão o espécimen tem reduzido valor. Todos os espécimens da colecção de invertebrados do Museu Bocage possuem proveniência bem determinada e informação científica associada.

Pessoal

Curador: Alexandra Marçal Correia, Investigadora Auxiliar , quadro do MNHN, doutoramento; Assistente de conservação: Isilda Marques, Técnica Profissional, quadro do MNHN, 12º ano de escolaridade.

Bibliografia

Nada a acrescentar.


Autor: Alexandra Marçal Correia [2010]


Levantamento do Património Histórico, Científico e Artístico da Universidade de Lisboa:

Colecção de Insectos ‘Museu Bocage’

Pelo Grupo de Trabalho constituído por Marta Lourenço, Ana Mehnert Pascoal e Catarina Teixeira

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